Práticas de Educação Aberta - um manual para organizações
Desenvolvimento e Avaliação de Educação Aberta
Desenvolvimento e Avaliação de Educação Aberta
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| Otago Polytechnic - Nova Zelândia |
Disponível para download aqui o artigo, escrito por Cristina Massari, apresenta
o relato do desenvolvimento de práticas de educação aberta na
escola Politécnica Otago, na Nova Zelândia.
Ao
utilizarem licenças de menor restrição - Creative Commons -
para compartilhamento de arquivos desenvolvidos em sala de aula por meio de
plataformas Wiki, blogs, entre outros, a instituição, que é pública, voltou a
aplicação de verbas para o desenvolvimento de plataformas de compartilhamento e
criação de recursos abertos.
O
artigo também faz menção ao desenvolvimento de um manual que fomenta o uso
dessas práticas por professores e equipe pedagógica, a fim de enriquecerem seu
conteúdo didático. O fator mais importante a ser levado em conta sobre a
experiência neozelandesa é o acesso gratuito ao material da universidade. Isto
permite a formação continuada do corpo acadêmico do instituto e o acesso ubíquo
ao material.
A
análise da prática realizada na Otago Polythecnic nos prova que uma escola que investe na cultura
da transparência, criação, relação e compartilhamento de experiências tende a
romper as barreiras físicas e virtuais impostas a ela. Entretanto, é preciso
saber que uma política financeira sólida precisa estar coesa a esse trabalho.

O seu comentário me lembrou o que lemos no artigo de Tel Amiel, sobre a questão dos valores altos de livros didáticos universitários e a "prática do xerox" nas universidades brasileiras. Essa iniciativa que você apresenta é muito interessante, pois é também uma forma de fazer a manutenção da permanência do estudante nas faculdades (a gente sabe que, no Brasil, o acesso e a permanência são duas coisas muito diferentes e distantes). Mas, como você mesma apontou, a política financeira deve acompanhar as iniciativas também, pois estamos falando de produção autoral (pesquisa, tempo disponiblizado, direitos, copyritgh, e tudo o mais), o que, normalmente, pesa muito na vida de um professor ao optar por produzir seu próprio material ou adotar um quue já está pronto e testado para esse fim.
ResponderExcluirEm termos de políticas para a Educação, a Educação Aberta se impõe como um dos caminhos importantes para reduzir os inúmeros desafios dicentes, no âmbito do ensino superior. A universidade tradicional como modelo único pode ser reconfigurada, tendo em vista a superação de problemas de acesso gratuito, de qualidade, enquanto direito à educação. A experiência de educação aberta na escola Politécnica Otago, com a criação de recursos abertos, tais como a criação de webblogs, produção de material didático colaborativo além de indices importantes sobre a retenção de alunos.
ResponderExcluirLi o artigo sugerido por você! É muito interessante esta experiência!
ResponderExcluirSe de fato o modelo de compartilhamento sugerido pelo manual da Escola Técnica de Otago, for colocado em prática, o processo de interação e compartilhamento será uma alternativa de um processo de ensino e aprendizagem almejado por nós professores. Além disso, o fato de desenvolver alunos e professores produtores de conhecimento coloca em evidência a aprendizagem significativa e aponta uma alternativa de compreensão das dificuldades apresentadas em determinados conteúdos.
Basta, como bem você disse, termos uma política de investimento neste sentido.
Sonia
Olá!
ResponderExcluirRealmente o modelo compartilhado é muito interessante.
Muitos alunos não têm condições financeiras para arcar com os altos custos de materiais exigidos nos cursos das Universidades. Isto também reduziria os investimentos em material didático que o governo precisa fazer todos os anos, principalmente na educação básica.